O hábito pode impactar sono, aprendizado e saúde mental, exigindo orientação e limites no dia a dia.
O uso frequente de celulares por adolescentes tem gerado preocupação entre especialistas em saúde e educação, principalmente pelos impactos no sono, no rendimento escolar e na saúde mental.
De acordo com profissionais da área, o acesso constante a redes sociais, jogos e conteúdos digitais pode levar à dependência, além de aumentar quadros de ansiedade, irritabilidade e dificuldade de concentração.
Um dos principais pontos de alerta é o uso do celular antes de dormir, que interfere diretamente na qualidade do sono. A luz emitida pelas telas reduz a produção de melatonina, hormônio responsável por regular o descanso.
Especialistas recomendam que pais e responsáveis estabeleçam limites claros para o uso dos dispositivos, incluindo horários definidos e restrições durante a noite.
Outro cuidado importante é o acompanhamento do conteúdo acessado, garantindo que os adolescentes não estejam expostos a riscos como cyberbullying, golpes ou conteúdos inadequados.
Além disso, incentivar atividades fora das telas, como esportes, leitura e convivência familiar, é fundamental para o desenvolvimento saudável.
A orientação é que o diálogo seja constante, buscando equilíbrio entre tecnologia e qualidade de vida, sem a necessidade de proibições extremas, mas com responsabilidade e acompanhamento.






